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REVISTA DE 2012

Bolsa de funcionários para o novo mapa judiciário

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O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) propôs ontem à ministra da Justiça a criação de uma bolsa de funcionários, a ser preenchida por voluntários, o que permitirá uma mobilidade mais alargada no novo mapa judiciário.

“A mobilidade é uma questão que nos preocupa e que precisa de ser bem definida. Defendemos a criação de uma bolsa de funcionários, que se oferecessem voluntariamente e que passariam a ter algumas compensações. Isso permitiria uma mobilidade mais alargada”, disse, à agência Lusa, o presidente do SFJ, após a reunião com Paula Teixeira da Cruz.

Fernando Jorge deu um exemplo prático: “Com a reestruturação prevista nos tribunais, a Comarca de Faro irá desde Lagos a Vila Real de Santo António. São mais de cem quilómetros. É impensável um funcionário num dia estar a trabalhar num tribunal e no dia seguinte ter de percorrer esta distância.

A ministra garantiu que isso não irá acontecer e esperemos que assim seja”, salientou o responsável.Para o presidente do SFJ a reunião com Paula Teixeira da Cruz serviu para uma primeira abordagem ao novo mapa judiciário e para prestar informações e esclarecimentos.

Público | 23-02-2012

Comentários (4)


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Esta frase de um alto dirigente sindical, só se deve ao facto de nunca trabalhar num tribunal, isto porque se esquece da legislação que norteia um funcionário judicial, quanto à distancia da sua resid~encia ao local de trabalho. Pois sr. ministra com dirigentes sindicais deste calibre, temos os resultados da justiça que temos com COJ, padrinhamentos e depois culpam os juízes pela falta de justiça. Ninguém é obrigado a ser oficial ce justiça e quando se vem para esta carreira, ou sabe como funciona a carreira e vem ou então p+rocure outro trabalho, caso contrário é uma pedra no sapato na justiça, melhor da injustça, ou melhor ainda justiça dos "malandros". Vamos ser realistas e não apadrinhar este ou aquele porque tenho interesses obscuros no tratar da minha vida pessoal, porque na justiça nun deveria existir dois cargos, como politico e funcionário de justiça, tal como diz o povo quem muito burro toca algum há-de deixar atrás
Revoltado , 23 Fevereiro 2012
venham mais cinco
Eu concordo com o senhor Fernando. E até proponha que ele seja o primeiro voluntário, um primus inter pares para dar o exemplo e saber o que é um tribunal, coisa que ele, se algum dia soube, já terá esquecido. Quanto ao resto concordo com o comentador revoltado.
FJ , 23 Fevereiro 2012
a falta de categoria
Impressionante esta declaração de ume feminista radical reproduzida do sine die:

"Parece estranho, neste contexto, que a relatora do acórdão seja uma mulher. Contudo (...) a ideologia masculina ultrapassa as barreiras de género e não termina com a feminização das magistraturas. Talvez por força da circunstância de a magistratura ter sido uma profissão masculina até há cerca de 30 anos e de a composição dos Tribunais superiores se caracterizar por uma sobre-representação masculina, algumas mulheres, no exercício da função judiciária, tendam a adoptar o ponto de vista masculino em detrimento da fidelidade à sua categoria de pertença."

Nuno Matos , 23 Fevereiro 2012
...
Alguém me sabe dizer há quantos anos este senhor fernando jorge não exerce funções num tribunal?

Obg.
Zeka Bumba , 24 Fevereiro 2012

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