In Verbis


icon-doc
REVISTA DE 2012

Tribunal de Porta Aberta (4) - Tribunal de Portalegre

  • PDF

A SIC está a conhecer por dentro o funcionamento dos tribunais. É uma ocasião rara em que a Justiça permite que se veja o outro lado de uma máquina complexa e decisiva para o país. Hoje entramos no Tribunal de Portalegre que apesar de pequeno e com pouco pessoal tem quase todos os processos em dia. Ainda assim, os funcionários pedem melhores condições e os magistrados queixam-se da falta de especialização porque têm de julgar todo o tipo de crimes com exceção da área do trabalho. SIC, 06-12-2012

Comentários (6)


Exibir/Esconder comentários
Estudasses...
A especialidade deveria advir do curso de faculdade ou de experiência de trabalho reconhecida, depois bastava complementar com uma formação jurídica para poder interpretar e aplicar as leis.
Por aqui se teria pessoas com experiência de vida e saber especifico: engenharias, gestão, contabilidade, etc.
...inJustiça... , 06 Dezembro 2012
...
O comentário anterior deve ter-se candidatado a anedota do ano. Já agora, que tal um juiz com uma pós-graduação em engenharia do ambiente ir fazer um projecto de arquitectura ou com um mestrado em saúde fazer uma cirurgia ao seu cérebro?
Sabe um gestor, um engenheiro ou um contabilista o que é o pacta sunt servanda? Ou o que é a presunção de culpa?
Tretas bacocas que só existem neste país, pois nem nenhum outro país do mundo se desdenha tanto de profissionais do mais qualificado que há.
Couto , 06 Dezembro 2012
...
Tenho um amigo que é calceteiro marítimo. Creio que terá uma formação adequada para, sem mais, ser advogado.

Porque não, já que estamos numa de absurdos???smilies/grin.gif
Zeka Bumba , 06 Dezembro 2012
...
Ó inJustiça, se fosse assim ainda veríamos o Relvas a julgar crimes económicos, tráfico de influência e quejandos... Talvez a sua ideia não seja muito boa, não sei!
Jesse James , 06 Dezembro 2012
...
O problema da falta de especialização dos juizes reflete-se no absurdo de alguns despachos e sentenças. Qeum acaba por pagar é o consumidor. Como sempre.
Valmoster , 07 Dezembro 2012
No meu tempo é que era
Ainda me lembro do tempo em que não se falava em computadores, faziam-se relatórios e tudo o resto à mão, ninguém falava em especialização, andava-se de comarca em comarca até ao acesso final, respeitava-se o Sr. Corregedor e era-se respeitado na comarca, até que um dia fui para a Relação, depois de muitos acórdãos, sempre manuscritos claro, lá cheguei ao Supremo depois de graduação sem candidatos com mestrados, sempre a trabalhar à noite e ao fim-de-semana, agora com a manta encima das pernas, já não dá para fazer aquilo que devia ter feito quando despachava à noite e aos fins-de-semana, mas gosto de ouvir falar na TV em especialização e contingentação, devem ser coisas dos novos tempos, modernices claro...
Zé-Zé , 07 Dezembro 2012 | url

Escreva o seu comentário

reduzir | aumentar

busy

Últimos conteúdos

A estrutura da InVerbis está organizada por anos e classificada nos correspondentes directórios.Os conteúdos publicado...

O Estado assumiu, através da empresa pública Parvalorem, a dívida de quase 10 milhões de euros de duas empresas de Vítor...

Dos 118 homicídios cometidos em 2012, 63 tiveram familiares como protagonistas • Cinco pais e 18 padrastos detidos por a...

Pedro Lomba - Na primeira metade do ano o ajustamento negociado com a troika correu dentro do normal e expectável. Mas d...

Últimos comentários

Tradução automática

Forense Magistrados: Juízes Tribunal de Porta Aberta (4) - Tribunal de Portalegre

© InVerbis | 2012 | ISSN 2182-3138 

Sítios do Portal Verbo Jurídico