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REVISTA DE 2012

"Ouvi as escutas todas que tinha de ouvir"

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Sobre o caso das escutas a José Sócrates, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça diz que ouviu só as escutas que tinha de ouvir e fez quatro despachos que determinavam a sua destruição porque eram "irrelevantes" para o processo Face Oculta.

Em entrevista ao Gente que Conta, programa conduzido por João Marcelino, diretor do DN, Noronha Nascimento afirma que a prova de que as escutas ao então primeiro-ministro José Sócrates não têm interesse está no facto de o conteúdo das cópias - que agora se descobriu que existem - não ter sequer chegado à opinião pública, o que poderia acontecer visto existirem "constantemente violações do segredo de justiça".

Afirma que os despachos sobre destruição das escutas, que deu em 2009 e 2010, não foram - como tem sido divulgado - objeto de recurso por inconstitucionalidade, e que esta tese resulta de uma leitura errada da decisão do Tribunal Constitucional.

Sobre as reformas na justiça, Noronha Nascimento defende uma reformulação do mapa judiciário porque há tribunais que não têm movimento. Diz que a ação executiva é o maior problema do setor e admite recear que, devido à crise, o estatuto dos juízes possa sofrer uma degradação.

Diário de Notícias | 01-04-2012

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