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REVISTA DE 2018

Casa do Juiz inaugura novas instalações

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O presidente do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro António Henriques Gaspar, vai presidir no próximo domingo à inauguração da terceira e última fase de construção da Casa do Juiz, em Bencanta, Coimbra. Investimento acrescenta 23 novos quartos, além de áreas técnicas, auditório, salas de reuniões e de refeições com amplos espaços. A obra «foi construída sem qualquer apoio público ou privado, exclusivamente fruto do trabalho gratuito e das quotas e donativos dos juizes».

O investimento nesta fase, a rondar os dois milhões e meio de euros (incluindo obras e equipamento), irá reforçar a capacidade de resposta perante a grande procura que o centro residencial sénior tem suscitado, ao acrescentar 23 novos quartos à Casa do Juiz, localizada na Quinta de Nossa Senhora da Graça, na Estrada de Bencanta, além de áreas técnicas, auditório com capacidade para cerca de duas centenas de pessoas, salas de reuniões e salas de refeições com amplos espaços.

As instalações disponibilizam actualmente, em apoio social, 30 quartos para juizes, familiares e utentes em geral, tendo sido oficializado um protocolo com a Segurança Social, refere uma nota divulgada pela instituição, frisando que a obra «foi construída sem qualquer apoio público ou privado, exclusivamente fruto do trabalho gratuito e das quotas e donativos dos juizes».

A inauguração das novas instalações, que contará com a presença do presidente da Associação Sindical dos Juizes Portugueses, juiz desembargador Manuel Ramos Soares (por inerência presidente da Casa do Juiz), entre outros convidados, realiza-se às 11hl5, sendo antecedida, às 10h30, de missa celebrada na capela da Casa do Juiz Após a inauguração haverá, às 12hl5, uma actuação do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, terminando com almoço, a partir das 13hl5, nas novas instalações.

Responder a «necessidades sociais e culturais dos juizes, identificadas a partir da experiência de trabalho associativo na Associação Sindical dos Juizes Portugueses» foi o principal objectivo que em 1997 levou à criação da Casa do Juiz, que actualmente conta com mais de 500 sócios de todo o país.

Nesse ano, tendo como principal impulsionador o conselheiro Armando Pinto Bastos, os juizes que integravam o Grupo da Colectânea de Jurisprudência e a Associação Sindical dos Juizes Portugueses «direccionaram os resultados económicos da Revista à actividade social benemérita, fundando a Associação de Solidariedade Social Casa do Juiz e adquirindo em Bencanta uma propriedade com mais de três hectares de área, a Quinta de Nossa Senhora da Graça, para nela edificarem a sua sede social e as instalações de apoio à sua actividade», recorda a nota informativa, acrescentando que foi recuperado o edifício solarengo, para o destinar a centro de convívio dos sócios, e posteriormente a Casa do Juiz, que entretanto agregou a estrutura do Grupo da Colectânea de Jurisprudência, «construiu ali um novo edifício, ligado à casa antiga, para nele se instalar o seu Lar de Idosos e que se encontra em funcionamento, aberto à comunidade, desde Junho de 2009», contando com 30 utentes.

No total, somando a aquisição do espaço, as obras e o equipamento, foram investidos ao longo dos últimos 20 anos cerca de 8 milhões de euros na Casa do Juiz.

Diário de Coimbra | 28-06-2018

Comentários (2)


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E os "donativos" das suspensões provisórias? Também ajudaram?
Eugénio , 01 Julho 2018 - 14:53:15 hr.
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O Eugénio, de génio nada tem. Deixe-se de tretas. Isso é um total disparate e falso. Lamentável que quem não sabe faça uso de espaços de liberdade para postar provocações. Informe-se primeiro. Mas, ainda que o fosse, qual era o problema? A instituição em causa presta mais serviços à comunidade -- não é apenas para juízes -- do que muitas que por aí andam e que recebem tais "donativos".
Anti-Maçon , 02 Julho 2018 - 12:24:49 hr.

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