Em 2010, 810.500 cidadãos de países terceiros obtiveram cidadania europeia, 21.800 dos quais portuguesa, segundo dados hoje divulgados pelo gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), Eurostat.
Segundo o Eurostat, enquanto o número de concessões de cidadania cresceu na UE (em 2009 foram 776.100), diminuiu em Portugal (25.600, em 2009).
Portugal foi, no entanto, o país com maior taxa de concessões por cada 100 residentes estrangeiros: 5,6, acima da média de 2,4 na UE, seguido da Polónia, com 5,0, e da Suécia, com 4,9.
Também o número de nacionalidades concedidas por cada mil habitantes fixou-se, em Portugal, acima da média europeia: 2,0 e 1,6, respetivamente.
O Brasil (18,4%) e Cabo Verde (18,3%) são os países de onde os novos cidadãos portugueses são oriundos, seguindo-se a Moldávia (12,3%) e Angola (9,0%).
Em números absolutos, o Reino Unido foi o país que maior número de nacionalidades concedeu (195.000 pessoas), seguindo-se a França (143.000), a Espanha (124.000) e a Alemanha (105.000).
O número de aquisições de nacionalidade aumentou 4,0% na UE, de 2009 para 2010.
A maior parte de concessões de nacionalidade europeia teve como destinatários cidadãos oriundos de Marrocos (8,3%), Turquia (6,2%), Equador (5,6%) e Índia (4,3%).
Lusa/DN | 16-11-2012
Comentários (3)
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O PS tem que voltar a governar para continuar a fazer estes milagres


Sim porque enriquecer com os pobres dos outros , às centenas de milhar doar aldeias olímpicas de 116 milhões de euros e campos de futebol não é para todos...
Volta Sócrates que queremos mais do mesmo!
Só?
Já que as nacionais parideiras andam com tão baixa produtividade, e os naturais em boa idade reprodutora se estão a nacionalizar noutros países , há que compensar os números !
Mas se bem entendo o Lusitânea, o problema não é de números. É de cores! Ainda se ao menos os novos nacionais não fossem tão morenos!
Os novos nacionais de papel passado...


Ó Pedro Só para mim o mundo não é um só e sem memória.Gosto muito de reciprocidades.
Eu não passei procuração a ninguém para andarem a nacionalizar a eito, logo não reconheço o que andam a fazer nas minhas costas.No que sou certamente secundado pela esmagadora maioria dos Portugueses.Que com políticas Marxistas tomadas por uma minoria sem expressão estão a ser transformados em escravos das diferenças
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