"Quanto mais ineficiente o sistema mais empregos há para os advogados. Em Portugal, a profissão legal tem interesse em manter a situação como está" (Jan Dalhuisen).
A crítica é de Jan Dalhuisen, advogado com carreira internacional, especialista em Finanças, e titular da Cátedra Miranda em Direito Transnacional Financeiro.
À luz da sua experiência, defende que a advocacia carece de supervisão e que uma das medidas essenciais para reformar a justiça é o fim dos apelos em tribunal.
Advocatus.pt | 18-12-2012
Comentários (27)
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Estou cansado de tanta incompetência!
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Mas para além do que ele diz, acrescento eu que os advogados gostam de confronto, como se vê pelas tiradas do chefe dos advogados, misto de advogado/jornalista.
Tem que haver harmonia entre as profissões judiciais, confiança e seriedade e não lançar atoardas ao vento e generalidades irresponsáveis.
No Supremo havia um ....agora suspenso e com um processo crime às costas .... que não deixava transitar nada: houve até um processo que depois de ultimado e de ter ido até ao TC e de ter sido remetido à 1.ª instância, "totalmente" findo, o figurão pediu que o processo voltasse ao STJ para apreciar questões (julgadas prejudicadas) que não ali não haviam sido apreciadas, como manda a lei, mas que o deviam ter sido segundo a dita ave. A juíza indeferiu e ele recorreu para a relação...agora não sei em que fase está o prcoesso.
Isto e casos como os do isaltino são a prova provada de que o dito "g**o" tem toda a razão.....
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Até já devem ter pesadelos com esse ser das Trevas que dá pelo nome de Zeka Bumba... Buuuuuuuuu!!!!!
Quanto ao artigo, é evidente que o autor, para além de saber daquilo que fala, TEM TODA A RAZÃO. Para desgraça de uns quantos, mas tem.
Quanto ao comentador Pilatos, só meresta dar-lhe os parabéns e felicitá-lo por ser um verdadeiro Ilustre Advogado (as maiúsculas são intencionais), infelizmente uma raça em vias de extinção nesta Tugalândia (que tem cada vez menos Portugueses valorosos e cada vez mais "tugas" - e não me refiro aos imigrantes que cá vivem, mas aos lusos medíocres-).
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para defesa dos bons advogados devem banir-se os que são meros arremedos e aves de arribação....
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O problema deste senhor é que gosta de se ouvir. Mas só diz generalidades e mete tudo e todos no mesmo saco. E disparates então não faltam, como o de que não deveria haver recurso das decisões dos tribunais. Noutra palestra também aqui comentada perorou contra os juízes chegando a dizer entre, outras pérolas, que nos bastava um código de processo civil no máximo de 15 páginas. Mas aí não foi tão aplaudido pelos comentaristas do Inverbis.
http://www.inverbis.pt/2012/artigosopiniao/jandalhuisen-reforma-sistema-legal
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É claro que os Srs. Procuradores do MP que pedem constantemente esclarecimentos ou documentos (que às vezes já estão nos autos) em inquéritos para parecer que estão ocupados, não têm culpa nenhuma dos atrasos.
Também os Srs. Juízes que por qualquer motivo adiam logo as diligências, não têm culpa nenhuma na situação actual.
Obviamente que só os Advogados têm interesse em atrasar a Justiça para receberem os respectivos honorários muitos anos depois de efectuarem o respectivo trabalho.
tem toda a razão
no dia em que os atrasos diminuirem para metade, metade dos ganhos dos advogados desaparece.
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Eu, advogado, ganho dinheiro com processos findos e resolvidos e não com os que nunca acabam.
Este site e revista estão povoados por comentadores medíocres, insensatos e estultos. Alguns são juízes. Os seus escritos os qualificam! Deus nos livre deles!
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O tempo não abona em favor de ninguém, pois se o resultado for bom e rápido o serviço deve ser melhor remunerado; o cliente fica contente e por certo volta aquele escritório, é o que me diz a minha experiencia, e não me tenho dado mal com o meu desempenho. Desgraçado do causídico que vive de tal expediente (atrasos)!
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Este senhor
Patrocinar desgraçados (boa parte da população portuguesa) que estão na zona cinzenta entre o Apoio Judiciários (a que já não têm direito) e a possibilidade de pagar custas não é com ele.
Trabalhar pro bono como alguns advogados em prática individual é trabalho para parvos.
A preocupação destes senhores é com os interesses das grandes corporações.
Quanto ao fim dos apelos ( leia-se recursos) em tribunal, ele tem razão, porque as suas clientes já se estão nas tintas para a justiça estatal e preferem a arbitragem há vários anos. Quanto ao mexilhão, esse não interessa para nada...
O que me preocupa é que bastou ele fazer afirmações, ainda que disparatadas, contra alguns advogados e defender o fim dos apelos para muitos sibilinos comentadores lhe darem razão e mostrarem uma vez mais um primarismo que eu não julgaria possível em gente de formação (supostamente...) superior, com quem aparentemente lido nos tribunais.
Gostava de os conhecer pessoalmente para me poder desviar a tempo!
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-não se recorre das decisões dos juris, pois são não fundamentadas,
-não se recorre da maioria das penas, quando suspeito está em p preventiva, porque o tempo desta desconta na pena final se for condenado no recurso,
-não se pode recorrer das absolvições em bagatelas de todos os ramos do direito, incluindo o penal,
-só excepcionalmente há sentenças escritas na 1ª instancia.
-é o juiz civel da 1ª instancia que decide se a questão merece o recurso interposto,
-claro que lá os advogados e os legisladores decidiram confiar nos juizes...
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Quando se pede um laudo à ordem sobre os honorários, sabem qual é o valor que indicam como normal, ou melhor anormal?
Agora multiplique-se pelas horas que ganham com adiamentos, com requerimentos, com mais requerimentos, com mais recursos, com mais suspensões e afins.
Solução: Tributação a sério mas ao mandatário, afinal são eles que o ganham!!!!!!!!!!!!
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